A renovação da frota de caminhões é fundamental para que as empresas de transportes se mantenham competitivas e oferecendo serviços eficientes.  

Essa deve ser uma das estratégias da gestão de frotas, principalmente porque contribui para a melhoria dos serviços e para a redução de custos. 

Apesar de todo o cuidado que que a empresa tem com manutenções em dia, mesmo as preventivas, há aspectos que são inevitáveis. Exemplo disso são o desgaste de peças, desgaste do motor e outros.  

Com o tempo, manter veículos que já têm centenas de milhares de quilômetros rodados se torna caro. E o custo elevado diminui a margem de lucro do negócio, e pode encarecer serviços e tirar a empresa do cenário competitivo. 

Bem, mas e como saber o momento certo para renovar a frota? O que considerar? Continue a leitura e descubra! 

Renovação da frota de caminhões: por que e como fazer? 

Há algumas condições determinantes para identificar se já é hora de fazer a renovação da frota de caminhões. São pontos prioritários para que a empresa se mantenha competitiva.  

Entre esses pontos podemos citar: 

  1. Avanço tecnológico

Os avanços tecnológicos acontecem na velocidade da luz, em qualquer segmento. No de transportes, os lançamentos de novos caminhões como inovações tecnológicas são constantes. Não dá simplesmente para fechar os olhos e deixar passar, pois essas inovações são cruciais para um trabalho mais eficiente.  

Uma frota mais nova significa veículos mais atualizados e com recursos que ajudam na gestão e aproveitamento eficiente do veículo, como as tecnologias embarcadas. Por meio delas se consegue calcular melhores rotas, monitorar os veículos e reduzir o consumo de combustível, dentre outras coisas.  

  1. Desvalorização do veículo

Todo gestor sabe que o valor comercial dos veículos não se mantêm. Isso se potencializa quando são veículos ultrapassados e bem limitados pelo avanço tecnológico.  

É preciso entender que, por mais que o caminhão seja mantido em bom estado de conservação, com componentes novos e revisados, isso não é considerado na hora de revendê-lo, reduzindo bastante o seu valor.  

  1. Aumento no padrão de qualidade

Aumentar o padrão de qualidade dos veículos não significa somente aumentar a qualidade dos serviços. Ter melhores veículos significa melhor desempenho, motoristas mais satisfeitos e seguros, melhor otimização nas entregas, menos custos etc.  

Além disso, tem que pensar sempre na concorrência. Se o concorrente ganha essa vantagem competitiva, é preciso correr atrás. Entretanto, se a empresa se adianta e renova a frota no momento certo, abre distância na corrida.  

  1. Sustentabilidade

A sustentabilidade deve ser prioridade na política de qualquer organização. E aqui falamos no conceito de forma ampla, tanto a sustentabilidade no sentido de a empresa ser competitiva e conseguir se manter quanto no sentido ambiental, de ter veículos que produzam menos poluente, por exemplo.  

Todos os itens que citamos acima impactam diretamente neste. Um exemplo: veículos mais novos atendem a melhores padrões de qualidade, tem um melhor desempenho no consumo de combustível e polui menos.  

Benefícios e incentivos oferecidos pelo mercado e pelo governo 

Até agora falamos sobre caminhões mais antigos serem problema para os negócios. No entanto, é também prejuízo para a economia.  

Por isso, o governo, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) oferece linhas de créditos para que micro, pequenas e médias empresas consigam fazer a renovação de sua frota.  

Para empresas grandes há também linhas de créditos disponíveis. As taxas de juros e prazos de carência e pagamento são diferentes de acordo com o porte da organização.  

Bancos privados também possuem linhas de crédito e financiamentos. O ideal é que a empresa pesquise bem antes, para ver qual o financiamento que melhor lhe atende.  

Para finalizar, sempre há a opção do consórcio. Pode ser uma forma mais tranquila de renovar a frota. No entanto, exige um planejamento, pois se os veículos não estão mais dando conta do trabalho e sua troca exige urgência, o consórcio não é o mais indicado. 

E então, o que achou do post de hoje?  

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