Os gastos com a frota estão entre as principais preocupações para as empresas de logística.

Os custos impactam fortemente no orçamento e se não há controle sobre eles, dificulta manter a competitividade e garantir os lucros da empresa.

Dessa forma, e para que isso não aconteça, é preciso ter bem claro e identificado quais são esses custos e conhecer e aplicar boas práticas de gestão. Assim, a transportadora garantirá mais eficácia em seus processos e aumentará sua produtividade.

Para ajudar, vamos mostrar alguns dos principais custos relacionas à frota e o soluções que podem ajudar a fazer com que não saiam do controle. Continue a leitura!

Gastos com a frota: identificando e gerenciando

1. Manutenção

São essenciais para o bom funcionamento dos veículos, mas devem ser gerenciadas para trabalhar a prevenção. Dessa maneira são evitados os consertos imprevistos, que costumam ser mais caros. Essa atitude também evita falhas e quebras. Por isso implante um cronograma de manutenções para reduzir gastos, proteger a frota contra problemas e garantir que os caminhões e automóveis estão em bom estado.

2. Combustível

Impacta fortemente, especialmente em períodos de elevação de preços. Para controlar esse gasto é preciso adotar atitudes para economizar, como:

  • comprar veículos eficientes e modernos, que consomem menos;
  • adequar a frota para o gás natural veicular (GNV). No entanto, é preciso analisar o investimento necessário a essa alternativa;
  • otimizar as rotas com sistemas específicos que indicam os caminhos mais curtos e rápidos.

3. Treinamento de motoristas

A capacitação desses profissionais impacta positivamente os dois custos anteriores. É importante focar situações que causam problemas e aumentam os gastos, por exemplo: aceleração na arrancada, direção em alta velocidade, manutenção do carro desalinhado, colocação do veículo em ponto morto e carregamento de peso excessivo ou má distribuição da carga. Perceba que o treinamento ainda evita a aplicação de multas.

4. Segurança

Esse é um recurso importante para proteger os ativos da empresa. No entanto, é necessário negociar com a seguradora e avaliar as necessidades de franquia, cobertura etc. Apesar de ser um gasto, esse valor também é um investimento.

5. Documentos e regularizações

Um dos principais impostos a serem pagos é o IPVA. Porém, podem existir outras taxas. Além disso, há o programa Despoluir, que incentiva os empreendedores a diminuírem as emissões de poluentes. Aqueles que liberarem menos fumaça contam com alguns benefícios. Por fim, vale a pena atentar às multas e tentar sempre evitá-las.

6. Depreciação

O desgaste dos veículos é natural e exige que a empresa esteja preparada para a renovação dos caminhões. Dessa maneira se evita a descapitalização necessária para a aquisição de novos carros. Nesse contexto o primeiro passo é manter a depreciação contabilizada no planejamento. Além disso, deve-se focar a manutenção preventiva e a conservação para adiar a reposição e garantir uma futura revenda.

7. Custos ocultos

Esse é um dos principais problemas, porque dificilmente são mensurados e controlados. O mais comum é que surjam devido à falta de planejamento, que leva a desperdícios e ineficiência operacional. Alguns exemplos de custos ocultos são: frota indisponível ou ociosa, perdas e uso inadequado dos recursos.9

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