A partir da próxima quarta-feira dia 16/8, os combustíveis ficam mais caros. O anúncio foi feito hoje, 15/8, pela Petrobrás.
O aumento dos preços médios de vendas para as distribuidoras será de R$ 0,78 no litro do diesel e R$ 0,41 no litro da gasolina. Com a alta, o preço da gasolina pode chegar a R$ 2,93 e o do diesel a R$ 3,80.
Mesmo com esse aumento, a Petrobras afirma que, considerando a variação acumulada, o cenário é de redução de R$ 0,69 e R$ 0,15 por litro para o diesel e gasolina, respectivamente.
O que causou esse aumento de preços do diesel e gasolina?
Até maio deste ano, o que determinava os preços dos combustíveis no país era a política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que ajustava os preços de acordo com a cotação do dólar e do petróleo no exterior.
Nesse mesmo mês, a Petrobras anunciou o fim dessa política e uma nova estratégia comercial, cujo objetivo foi incorporar parâmetros de melhores condições de refino e logística da empresa na precificação de seus produtos.
Como resultado, isso permitiu que a Petrobras conseguisse reduzir os preços da gasolina e do diesel, além de amortecer os efeitos da volatilidade dos preços externos, o que gerou um período de estabilidade de preços às distribuidoras e, é claro, ao consumidor.
No entanto, a empresa chegou ao limite da otimização operacional e precisou importar para complementar sua demanda, o que impactou nesse atual aumento.
Como será o repasse ao consumidor final
Ainda não há informações em relação ao repasse do aumento ao consumidor. Na mesma nota em que a Petrobras anunciou a alta de preços dos combustíveis, ela reforçou que o valor cobrado do consumidor final é também impactado por outras variáveis, como a mistura de biocombustíveis, impostos e a margem de lucro da distribuição e da revenda.
É preciso ficar atento nos próximos dias e pesquisar onde está mais acessível o preço do combustível. Para transportadoras que têm a solução em gestão de abastecimentos e notas fiscais Rede Frota, isso fica bem mais fácil.
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